Viúva de jovem morto em Farroupilha contesta versão da defesa de suspeito

Foto: Divulgação/Facebook A namorada de Jonatan de Candido Oliveira, de 20 anos, contesta a versão da defesa de um empresário, de 48 anos, do ramo de metais, que se apresentou na Delegacia de Polícia de […]


Publicado por Ricardo Costa

há 5 anos atrás

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Foto: Divulgação/Facebook

A namorada de Jonatan de Candido Oliveira, de 20 anos, contesta a versão da defesa de um empresário, de 48 anos, do ramo de metais, que se apresentou na Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento, confessando ser o autor do tiro que vitimou o jovem. De acordo com ele, o filho teria sido vítima de um roubo em frente a uma casa noturna da cidade, e o autor deste roubo seria Oliveira.

Ainda conforme o advogado de defessa, Carlos Alberto Sandoval, após o ocorrido, o jovem, de 17 anos, teria telefonado para o pai contando o fato. Este teria ido de carro até o local e, junto do filho e da namorada, teria começado uma busca pelos supostos assaltantes. O encontro ocorreu na Rua Independência, em frente ao Corpo de Bombeiros, onde, após uma discussão pela devolução do aparelho, o homem teria atirado em Jonatan após se sentir ameaçado.

A arma, um revólver calibre .38, foi encontrada na sede da empresa dele, em Caxias do Sul. A defesa admite que o homem não possuía porte nem posse da arma. A origem dela também não foi esclarecida.

Porém, de acordo com a jovem, que não quer ser identificada, não houve nenhum roubo. Ela conta que estava com seu marido e mais dois amigos, em frente a casa noturna, quando, ao sair do banheiro foi informada por eles que uma briga havia acontecido na frente do local envolvendo Jonatan, que a chamou para ir embora.

Conforme ela, já no local onde o crime ocorreu, um Celta de cor branca, e um taxista encontram ao lado do grupo. O taxista estava em busca deles para resolver a questão de um retrovisor que teria sido quebrado durante a briga em frente a danceteria.

“Quando eu sai do banheiro e atravessei a rua, o Jonatan me disse para irmos embora, ele queria sair logo dali. Lá na frente dos bombeiros o carro branco parou ao nosso lado e o menino saiu com a arma na mão ameaçando o meu marido. Eles brigaram e a arma caiu no chão. O pai dele pegou e atirou a sangue frio no Jonatan. Quando a polícia chegou eles ainda estavam ali. Meu marido não é ladrão. Não teve roubo de celular nenhum, apenas a briga que eu não sei o motivo”, disse.

Ela contesta ainda a versão da defesa de que os dois teriam ido até o bairro Industrial antes do encontro com eles. Conforme ela, não haveria tempo hábil entre a saída deles da casa noturna e o encontro. Ela também diz que, se houve um roubo de um celular, porque o aparelho não foi encontrado nem com Jonatan e nem com os amigos deles.

A Brigada Militar, que tem a sua sede atrás do Corpo de Bombeiros, chegou rapidamente ao local. Porém, segundo a moça, ao chegarem eles teriam algemado e agredido os seus amigos. Ela teria tentado avisar que os culpados eram os tripulantes do carro branco que ainda estavam no local. Neste momento, o pai, o filho e o taxista teriam saído do local.

A Polícia Civil procura câmeras de monitoramento que possam auxiliar a desvendar o crime.

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Por Ricardo Costa

há 5 anos atrás

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