Representantes de escolas infantis particulares pedem socorro na Câmara de Bento

A sessão ordinária da Câmara de vereadores de Bento Gonçalves, realizada na tarde de segunda-feira, 03, teve dois assuntos dominantes. Em votação, e aprovada com unanimidade, apenas a moção de aplauso sugerida pelo vereador Moisés […]


Publicado por Adriano Padilha

há 9 meses atrás

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A sessão ordinária da Câmara de vereadores de Bento Gonçalves, realizada na tarde de segunda-feira, 03, teve dois assuntos dominantes. Em votação, e aprovada com unanimidade, apenas a moção de aplauso sugerida pelo vereador Moisés Scussel Neto ao policial militar Leonardo Aguirre que mesmo em dia de folga abordou e prendeu na tarde de 24 de julho um homem que havia acabado de furtar o telefone celular de uma adolescente.

No início da sessão ocuparam a tribuna as representantes da Abeipar, Associação Bento-Gonçalvense das Escolas de Educação Infantil da Rede Privada, Tatiane Deconto e Quelen Baggia. Elas defendem a adoção de medidas urgentes em socorro das escolas particulares que estão em recesso há cinco meses. Os vereadores ficaram sabendo que o auxílio estendido pelo poder Executivo e aprovado por eles mesmos na forma de lei, acabou não se mostrando útil. Pelo socorro as escolas receberiam, em forma de adiantamento, 50% dos recursos das compras de vagas que anualmente a prefeitura faz à rede particular, mas que este dinheiro deveria ser ressarcido aos cofres públicos a partir de novembro. Desta forma as escolas acabaram optando por não tomar o adiantamento.

Tatiane Deconto, em tom emocionado apelou para que os vereadores auxiliem na busca de uma saída pois muitas escolas acabarão encerrando atividades e quando o município precisar delas no próximo ano, as vagas não mais existirão. Ela lembrou ainda que diretamente são 600 empregos e outros 300 indiretos (psicólogas, psicoterapeutas, etc).

“Não queremos impedir ninguém de trabalhar, mas enquanto nossas escolas, que cuidam destas crianças estão impedidas de recebê-las, estas mesmas crianças estão sendo olhadas por crecheiras. As escolinhas se prepararam e investiram em cuidados para este período. Investimos em produtos e treinamento de nossos profissionais e estamos impedidas de trabalhar”. Finalmente novo apelo a emoção: “nós acolhemos estas crianças em sua primeira idade. É no maternal, com crianças entre três e seis anos que estamos formando cidadãos. Nós estamos sentindo falta das crianças e certamente elas também vão sentir falta deste cuidado”, concluiu.

Quelen mencionou que cidades como Carlos Barbosa, Farroupilha Caxias e Garibaldi encontraram formas de auxílio mais úteis do que a proposta pela prefeitura de Bento.

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Por Adriano Padilha

há 9 meses atrás

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