Promotoria deve pedir aumento da pena para assassino de Naiara em Caxias

Após o Juiz proferir a sentença de 36 anos, 6 meses e 20 dias de pena para Juliano Vieira Pimentel de Souza, de 34 anos, assassino confesso da menina Naiara Soares Gomes, de 7 anos, por volta das […]


Publicado por Adriano Padilha

há 5 meses atrás

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Após o Juiz proferir a sentença de 36 anos, 6 meses e 20 dias de pena para Juliano Vieira Pimentel de Souza, de 34 anos, assassino confesso da menina Naiara Soares Gomes, de 7 anos, por volta das 19h30min desta quarta-feira (02), no Fórum de Caxias do Sul, chegava ao fim um dos julgamentos mais aguardados dos últimos anos em Caxias do Sul.

O réu foi condenado por três crimes: homicídio, estupro de vulnerável e ocultação de cadáver. Em março de 2018, ele raptou, estuprou e matou a menina. Após isso, ele escondeu o corpo dela em um matagal, em uma estrada vicinal, perto da barragem do Faxinal. Foram 12 dias de angustia entre o sumiço da menina e a localização do corpo. O assassino está preso desde que confessou o crime.

O Promotor de Justiça, João Francisco Ckless Filho, que atuou na acusação comentou que na visão do Ministério Público a justiça foi feita no caso. Ele disse que entende que houve o acolhimento das teses da acusação que o que ocorreu foi um crime contra a vida pela vontade deliberada do réu de causar danos à menina.

Com relação a pena, o promotor comentou que o Ministério Público fará as análises necessárias e poderá pedir um aumento da punção de Juliano.

“Em relação a pena nós temos cautela. Temos um prazo legal de avaliação se tecnicamente há a possibilidade do aumento da pena. Entendemos que ela poderia ser maior. Ainda não posso dar certeza sobre isso, precisamos analisar essa viabilidade técnica para tanto, mas possivelmente pediremos sim um aumento.

A defesa do réu, que foi feira pelos advogados, André Willian Brites Parmanhani, Andrey da Silva Moreira e Marcelo Von Saltiel de Andrade, de um escritório de Porto Alegre, alegou que vai entrar com recurso.

Com a condenação, Juliano deve ser colocado em espaço comum do sistema penitenciário gaúcho, diferente dos últimos dois anos e oito meses em que esteve em cela particular e isolada de outros presos em Canoas, na região metropolitana de Porto Alegre.

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Por Adriano Padilha

há 5 meses atrás

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