IFRS tem oito projetos finalistas na Feira Brasileira de Ciências e Engenharia

Descobertas inovadoras, soluções ecologicamente sustentáveis, produtos com custo inferior aos disponíveis no mercado e propostas colaborativas. Tudo isso é ciência desenvolvida por estudantes de ensino médio do Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS) […]


Publicado por Eduardo Garcia

há 2 meses atrás

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Descobertas inovadoras, soluções ecologicamente sustentáveis, produtos com custo inferior aos disponíveis no mercado e propostas colaborativas. Tudo isso é ciência desenvolvida por estudantes de ensino médio do Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS) e que está sendo apresentada na Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (Febrace).

Oito projetos desenvolvidos por estudantes do IFRS são finalistas da edição deste ano da feira. O evento teve início nesta segunda-feira, dia 14 de março, e ocorre até o dia 26,  em formato on-line. Há mostra virtual de projetos, palestras e bancas de avaliação de trabalhos. A programação completa está disponível no site da Febrace.

Dois dos projetos finalistas foram desenvolvidos pelo IFRS Campus Caxias do Sul:

Um deles, denominado “Família gênica ERF e seu envolvimento na adaptação de cultivares de maçã”, foi realizado pelos estudantes Taís Monteiro Ecker e Emanuel Eliabe Alves, do curso técnico em Química Integrado ao Ensino Médio, sob a orientação da professora Ana Lúcia Anversa Segatto e coordenação da professora Carina Turchetto Zolet. Desenvolvido na área de Ciências Biológicas – Genética, neste projeto os alunos estudaram genes das maçãs Gala e Fuji com o objetivo de encontrar diferenças genéticas que pudessem ser utilizadas para criar variedades de maçã resistentes ao ataque de fungos. Em Caxias do Sul a maior produção agrícola é de maçãs, e a pesquisa busca ajudar na implantação de uma agricultura sustentável na região. Foram encontradas diferenças nos genes estudados entre as cultivares e o próximo passo é tentar elucidar qual o papel delas na adaptabilidade das macieiras.

O segundo projeto de estudantes do IFRS Campus Caxias do Sul é denominado “Pobreza menstrual em Caxias do Sul (RS): Qual o papel da escola diante desta problemática?”, realizado pelas estudantes Alice Guedes Reguly e Sabrina Colombo, com a orientação da professora Mariana Scussel Zanatta para a área de Ciências Humanas – Sociologia. A pesquisa objetivou fazer um levantamento de dados entre estudantes do ensino médio de Caxias do Sul, de forma a trazer visibilidade à temática e conscientizar a população. Para tanto, foi realizado um estudo bibliográfico que também contribuiu para a elaboração do questionário destinado a estudantes de diversas escolas das redes privada, estadual e federal. Foram recebidas 299 respostas, que permitiram a análise de dados, comprovando ou negando algumas hipóteses levantadas pelas pesquisadoras e expandindo a discussão, ao abrir espaço para novos questionamentos. A partir das respostas dos estudantes, foi possível pensar em novas estratégias para o combate da pobreza menstrual, principalmente, no ambiente escolar.

O IFRS Campus Osório teve cinco projetos finalistas sobre os temas: “Desenvolvimento de celulose bacteriana produzida a partir dos resíduos do processamento de uva”; “Eco-socius: o comportamento dos jovens do litoral norte gaúcho na economia circular”; “Estudo de extratos aquosos de plantas medicinais na inibição do agente causal da sigatoka-amarela da bananeira – fase II”; “Sustainpads: uma alternativa acessível e ecológica aos absorventes femininos; “Utilização do lodo ativado como agente na degradação de micropartículas plásticas”. E o IFRS Campus Canoas também se classificou com o projeto “Plataforma web gratuita Revisão Online: um espaço colaborativo de aprimoramento da escrita de redações para o Enem e demais vestibulares”.

O IFRS participa da Febrace desde 2014. Nestas nove edições, projetos do Campus Osório e do Campus Caxias do Sul receberam prêmios, somando inúmeros reconhecimentos para estudantes do Instituto. Nos anos de 2015, 2016, 2017 e 2019, o Campus Osório trouxe para o Rio Grande do Sul o prêmio “Destaque Unidades da Federação” com projetos que conquistaram o 1º lugar nas áreas em que concorriam. Em 2017, um fato histórico: foram dois primeiros lugares. Em 2018 e em 2021, mais um. Com as premiações, oito projetos do Campus Osório já conquistaram credenciamento para a Isef Regeneron International Science and Engineering Fair, a maior feira internacional do gênero. Em 2019, a professora Flávia Twardowski (Campus Osório) foi consagrada com o prêmio “Professor Destaque” – honraria que reconhece os esforços do docente na orientação e acompanhamento de estudantes que realizam projetos de ciências ou de engenharia.

Sobre a Febrace 2022
Esta é a 20ª edição da feira. São 497 trabalhos finalistas, de 24 unidades da Federação. Eles foram desenvolvidos por 1.080 estudantes do ensino fundamental, médio e técnico; de 333 escolas; coordenados por 626 orientadores/coorientadores. Os projetos serão julgados por professores universitários e especialistas. Os autores dos melhores trabalhos ganharão troféus, medalhas, bolsas e estágios, num total aproximado de 300 prêmios e oportunidades no Brasil e no exterior. A cerimônia de premiação ocorrerá no dia 26 de março, com transmissão pelo YouTube da Febrace.

A Febrace é promovida pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo e realizada pela Associação do Laboratório de Sistemas Integráveis Tecnológico (LSI-TEC). Em 2021, o IFRS participou com cinco projetos finalistas, tendo conquistado seis premiações (abaixo, saiba mais sobre a participação do IFRS na Febrace).

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Por Eduardo Garcia

há 2 meses atrás

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– 3 bananas cortadas
– 4 ovos
– 2 colheres de sopa de óleo
– 400g de doce de leite
– 1 colher de chá de fermento químico

MODO DE PREPARO: Derreta o açúcar até caramelizar, coloque a calda em uma assadeira, corte as bananas…

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