Escolas da Zona Sul são alvos de constantes arrombamentos durante a pandemia em Caxias

Ao menos cinco escolas localizadas na Zona Sul de Caxias foram alvo da ação de ladrões durante os últimos meses em Caxias do Sul. Os arrombamentos acontecem nesse período em que as escolas estão em […]


Publicado por Adriano Padilha

há 7 meses atrás

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Ao menos cinco escolas localizadas na Zona Sul de Caxias foram alvo da ação de ladrões durante os últimos meses em Caxias do Sul. Os arrombamentos acontecem nesse período em que as escolas estão em atividades parcialmente presenciais em razão da pandemia de coronavírus.

Até agora já ocorreram registros de ataques nas escolas Ramiro Pigozzi, no bairro Arco Baleno; Renato João Cesar, no São Caetano; Basilio Tcacenco, no bairro Aeroporto; Luciano Corsetti, no Kayser e Papa João XXIII, no bairro Salgado Filho.

As escolas municipais tem sido as preferenciais na escolha dos criminosos, que durante as madrugadas arrebentam grades, derrubam portas, cortam telas e acessam o interior dos prédios através da cobertura .

A escola campeã no número de arrombamentos é a Renato João Cesa, no São Caetano. De acordo com a diretora Aline Letícia Rech de Abreu, foram ao menos três ataques nos últimos três meses.

Foto: Especial Leouve

No dia 8 de julho os ladrões entraram de madrugada e tentaram acessar a sala da secretaria. No dia 18 de Julho, os ladrões voltaram e dessa vez conseguiram acessar a secretaria, e levaram computadores e aparelhagem de som.
Já no último dia 20 de agosto, os criminosos foram mais ousados, cortaram as grades de proteção usando maçarico e acessaram a escola próximo da cozinha e levaram dois botijões de gás, pesando 45kg cada.

Ainda conforme diretora o prejuízo chega a quase R$ 10 mil. ” Cada vez que eles entram, quebram os vidros e janelas. Teve uma vez que tivemos que trocar todas as grades de cinco janelas. Ou seja: Só em grades no último mês gastamos R$ 1.800″, conta.

Para repor o que foi roubado a escola utiliza a verba que vem da prefeitura a cada quadrimestre. Os dois botijões roubados o poder público vai repor, entretanto a escola terá que bancar uma nova instalação nas mangueiras de gás e estrutura para abrigar novamente os botijões.

Foto: Especial Leouve

Quanto a ação da Guarda Municipal, responsável pela segurança nos prédios municipais, de acordo com a diretora eles apenas vão na escola, olham o que aconteceu e chamam a direção.

Nos próximos dias, as diretoras das escolas afetadas pela ação dos bandidos vão tentar uma reunião com o secretário de segurança do município, Hernest Larrat dos Santos, para relatar os problemas enfrentados e tentar um reforço ou uma ação mais efetiva das Guarda Municipal nas escolas para evitar novos arrombamentos.

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Por Adriano Padilha

há 7 meses atrás

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